Pré-natal é essencial para identificar e prevenir doenças na mãe e no bebê

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O Dia das Mães está chegando e vamos relembrar a importância das consultas e dos exames que devem ser realizados durante a gestação. Toda mãe quer ter uma gestação tranquila e saudável e, para isso, o pré-natal é essencial. Ele deve começar assim que a gravidez for confirmada.

Qual é a importância do pré-natal?

O pré-natal é o acompanhamento médico durante a gestação por meio de consultas e exames. Esta assistência à mãe e ao bebê permite que ocorra uma gestação tranquila e segura. Veja as vantagens do pré-natal:

  • Permite identificar doenças que evoluem de forma silenciosa, como a hipertensão arterial, diabetes, doenças do coração, anemias, sífilis, etc.
  • Detecta problemas fetais, como más formações.
  • Avalia aspectos relativos à placenta, possibilitando tratamento adequado.

Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, o ideal é que a futura mãe tenha consultas mensais com o médico até o sétimo mês de gestação, depois quinzenais. Chegando perto do parto, após o oitavo mês, essas consultas devem se tornar semanais.

Quais exames a gestante deve realizar?

São vários os exames que a gestante deve realizar em cada trimestre da gestação. Os principais são:

Hemograma completo – verifica sinais de infecção, anemia ou alterações nas plaquetas e é pedido pelo ginecologista logo na primeira consulta.

Tipagem sanguínea e fator RH – identifica o tipo e o fator Rh do sangue materno para saber se combina com o sangue do pai do bebê.

Urina – detecta uma eventual infecção urinária e a presença de proteínas que podem indicar tendência a desenvolver pré-eclâmpsia.

Glicemia – mede os níveis de glicose no sangue e detecta diabetes.

Sorológicos – detecta a presença de anticorpos que podem indicar algumas doenças, como sífilis, HIV, rubéola, hepatite, citomegalovírus e toxoplasmose.

Ultrassonografia – deve ser realizada mais de uma vez ao longo da gravidez porque permite identificar diferentes características no bebê. Existem diferentes tipos, como a intravaginal e a morfológica.