Estresse pode causar arritmia cardíaca; saiba como identificar e tratar

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O estresse pode desencadear sérios problemas para a saúde das pessoas, em especial ao coração. E segundo dados do Ministério da Saúde, as doenças cardíacas são responsáveis por mais de 30% das mortes no Brasil. Entre as várias doenças que atacam o coração está a arritmia cardíaca, um distúrbio do ritmo cardíaco deixando o batimento muito rápido, muito lento ou irregular.

Se não diagnostica e tratada, a arritmia cardíaca pode levar a complicações mais graves, como AVC, insuficiência cardíaca, angina, ataque cardíaco e até morte súbita. Em muitos casos, a arritmia não manifesta nenhum sintoma, vindo a ser descoberta na maioria das vezes em exames de rotina. No entanto, a pessoa pode sentir alguns sinais, como incômodo, peso ou dor no peito, batimentos acelerados (em caso de taquicardia), ou batimentos lentos (em caso de bradicardia), falta de ar, tontura, desmaio, palidez e transpiração em excesso.

Caso a pessoa não realize os exames de rotina e um desses sintomas se apresente é necessário procurar um especialista para que a doença não se agrave e o tratamento seja iniciado o quanto antes. Para confirmar a arritmia cardíaca, o médico irá solicitar alguns exames, como eletrocardiograma, monitoramento holter, monitoramento de arritmias esporádicas e ecocardiograma.

Existem diferentes tipos de tratamento para a doença, variando de acordo com o tipo de arritmia. Quando é grave, é necessário um tratamento urgente para restaurar o ritmo de batimento do coração. Para isso pode ser utilizados medicação intravenosa, choque elétrico (desfibrilação ou cardioversão) e até implante de um marca-passo temporário. A arritmia cardíaca oferece risco à vida desde que não seja tratada rapidamente e adequadamente.