Esclerose múltipla

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Esclerose múltipla: diagnostico precoce é fundamental no tratamento

Perda parcial da visão, fadiga, depressão, fraqueza muscular, alteração do equilíbrio da coordenação motora, dores articulares e incontinência urinaria, são alguns dos sintomas da esclerose múltipla. A doença autoimune, que atinge principalmente as mulheres entre 20 e 50 anos e afeta o cérebro e o sistema nervoso central, ainda não tem cura.

As causas exatas da esclerose múltipla também não são conhecidas pela ciência, mas diversos estudos apontam que a genética e o ambienteem que as pessoas vivem podem contribuir para o surgimento da doença. A deficiência crônica de vitamina D e o histórico de infecções ao longo da vida são outros causadores da esclerose múltipla.

E assim como acontece com outras doenças, o diagnóstico precoce da esclerose múltipla é fundamental em seu tratamento. O diagnóstico da doença exige um histórico clínico do paciente e exames complementares, como a ressonância magnética e a análise do líquor, o LCR, líquido retirado da espinha.

Segundo os especialistas, se diagnosticada a tempo, a doença pode ser controlada. O tratamento geralmente se concentra em evitar as crises, controlar os sintomas e reduzir o progresso da doença. Hoje, no Brasil, já existem diversas opções de tratamento, através de cápsula oral diária ou injeções diárias, semanais e mensais.

Infelizmente não é possível prevenir a esclerose múltipla, mas com diagnóstico precoce e tratamento adequado, o paciente consegue viver sem grandes complicações decorrentes da doença.